Antes de mais nada, o que é propósito para você? Sabe sonho de criança? Então, definitivamente, o meu não era ser personal organizer. Rsrs.
Desde pequena, sonhava em ser ilustradora profissional (queria viver de criar mangá). Contudo, a vida dá muitas voltas e acabei me apaixonando pela área de Recursos Humanos.
Por fim, eu me casei, tive os meus filhos e a tão sonhada promoção chegou junto com a dúvida: é isso mesmo que eu quero? Qual é o meu propósito?
Expectativa x realidade
Pouco depois, eu me dedicava mais de 12 horas por dia ao trabalho. Raramente voltava sem trabalho debaixo do braço, e quando chegava, a casa estava um caos, jantar por preparar, geladeira vazia, filhos com fome, roupa por passar, um verdadeiro pesadelo.
Em síntese, lá pelas tantas, eu já chorava no elevador, a caminho do trabalho.
Trabalho com propósito?
Enquanto lutava com a minha consciência, a minha gerência de T&D (Treinamento e Desenvolvimento do RH) estava se preparando para fazer uma grande avaliação de desempenho na empresa.
E por ironia do destino, eu era a responsável pelo tema propósito e protagonismo na carreira.
Não sei se você viu, mas eu vi muito de sinais dos céus nessa situação. Confesso, foi o momento de eu realmente parar e pensar sobre o meu propósito e carreira.
Spoiler: pedi as contas 6 meses depois, sem ter um plano B (não façam isso, crianças!).
Sendo Personal Organizer sem saber
Assim, nos primeiros dias em casa, era fim do ano de 2016 – na época, eu com 47 anos, entre currículos e networking, alívio e preocupações, fiquei sem norte.
Então, na tentativa inconsciente de colocar ordem na minha vida, comecei a organizar a casa. Freneticamente, meio no piloto automático. Como resultado, resolvi pendências, doei, descartei muitas coisas.
Aos poucos, a casa foi ficando mais leve, mais limpa, muito mais organizada… E eu senti uma paz que juro, não sei explicar sem parecer muito exagerada. Foi libertador.
Enquanto fazia esse resset, resgatei coisas que não fazia há muito tempo. Comecei a ter ânimo para brincar com os meus filhos – na época com 11 e 9 anos de idade, cuidar das minhas plantas, tomar café mais demorado com o meu marido, a rir.
Nesse meio tempo, uma grande ficha caiu. Por que eu corri tanto? Aonde eu queria chegar deixando de lado o que de fato importava na minha vida: minha família e a vida na minha casa?
Finalmente, percebi que a vida é muito curta para desperdiçar tempo com o que não é “essencial”.
Foi então que surgiu a ideia de ajudar as mulheres como eu a serem felizes em suas casas: usar todo o meu conhecimento em produtividade e processos para ajudar outras mulheres a terem uma vida mais organizada, mais leve e prática dentro de casa.
Seria o meu propósito de vida? Mas como eu faria isso?
Ah, um detalhe: nessa época, ainda não fazia ideia da existência de uma profissão chamada Personal Organizer. Agora, me diga, se isso não é sinal dos céus.
Vida com propósito
Nesse ínterim, estudei muito, fiz vários cursos de especialização em organização residencial. Me tornei uma Personal Organizer.
Aqui, um parêntese. Não estou incitando você a largar o seu emprego. Estou convidando você a refletir se é feliz com o que faz. Você sente que tem um propósito?
Então, quando você se movimenta, parece que o universo conspira a seu favor. Eu me despertei ao Essencialismo, ao Minimalismo, abracei com tudo a ideia do consumo consciente, e reintegrei a sustentabilidade na vida real.
Sim, a vida é muito curta para não viver com propósito.
Em conclusão, hoje, sou Personal Organizer. Trabalho e vivo com propósito: ajudo você a ter mais tempo com o que realmente importa na sua vida. Vambora?
A Tsu apoia essa causa!
Antes de mais nada, o que seria propósito? Sonho de criança? Quando os adultos perguntam, o que você quer ser quando crescer? Então, definitivamente, não era ser personal organizer. Rsrs.
Desde pequena, sonhava em ser ilustradora profissional (queria viver de criar mangá), contudo, a vida dá muitas voltas e acabei me apaixonando pela área de Recursos Humanos.
Então, eu me casei, tive os meus filhos e a tão sonhada promoção chegou junto com a dúvida: é isso mesmo que eu quero? Qual é o meu propósito?
Expectativa x realidade
Eu dedicava mais de 12 horas por dia ao meu trabalho. E o pior é que eu voltava quase que todos os dias para casa com trabalho debaixo do braço, e quando chegava, a casa estava um caos, jantar por preparar, geladeira vazia, filhos com fome, roupa por passar, um verdadeiro pesadelo.
E lá pelas tantas, eu já chorava no elevador, a caminho do trabalho.
Trabalho com propósito?
Nessa época, a minha gerência de T&D (Treinamento e Desenvolvimento do RH) estava se preparando para fazer uma grande avaliação de desempenho na empresa.
E eu, por ironia do destino, era a responsável pelo tema propósito e protagonismo na carreira.
Não sei se você viu, mas eu vi muito de sinais dos céus nessa situação. Foi o momento de eu realmente parar e pensar sobre o meu propósito e carreira.
Spoiler: pedi as contas 6 meses depois, sem ter um plano B (não façam isso, crianças!).
Sendo Personal Organizer sem saber
E nos primeiros dias em casa, era fim do ano de 2016 – na época, eu com 47 anos, entre currículos e networking, alívio e preocupações, fiquei sem norte.
E na tentativa inconsciente de colocar ordem na minha vida, comecei a organizar a casa. Freneticamente, meio no piloto automático. Resolvi pendências, doei, descartei muitas coisas.
Aos poucos, a casa foi ficando mais leve, mais limpa, muito mais organizada… E eu senti uma paz que juro, não sei explicar sem parecer muito exagerada. Foi libertador.
Resgatei coisas que não fazia há muito tempo. Comecei a ter ânimo para brincar com os meus filhos – na época com 11 e 9 anos de idade, cuidar das minhas plantas, tomar café mais demorado com o meu marido, a rir.
E aí, uma grande ficha caiu. Por que eu corri tanto? Aonde eu queria chegar deixando de lado o que de fato importava na minha vida: minha família e a vida na minha casa?
Percebi que a vida é muito curta para desperdiçar tempo com o que não é “essencial”.
Foi então que surgiu a ideia de ajudar as mulheres como eu a serem felizes em suas casas.
Pensei que eu poderia usar todo o meu conhecimento em produtividade e processos para ajudar outras mulheres a terem uma vida mais organizada, mais leve e prática dentro de casa. Seria o meu propósito de vida? Mas como eu faria isso?
Ah, um detalhe: nessa época, ainda não fazia ideia da existência de uma profissão chamada Personal Organizer. Agora, me diga, se isso não é sinal dos céus.
Vida com propósito.
Estudei muito, fiz vários cursos de especialização em organização residencial. Me tornei uma Personal Organizer.
Aqui, um parêntese. Não estou incitando você a largar o seu emprego. Estou convidando você a refletir se é feliz com o que faz. Você sente que tem um propósito?
E quando você se movimenta, parece que o universo conspira a seu favor. Eu me despertei ao Essencialismo, ao Minimalismo, abracei com tudo a ideia do consumo consciente, e reintegrei a sustentabilidade na vida real.
Sim, a vida é muito curta para não viver com propósito.
Hoje sou Personal Organizer. Trabalho e vivo com propósito: ajudo você a ter mais tempo com o que realmente importa na sua vida. Vambora?
A Tsu apoia essa causa!



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